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Como escolher o filme Stretch ideal para reduzir quebras e desperdício no transporte

Written by Embalatec | Jun 16, 2026 11:30:00 AM

 

Escolher o filme Stretch ideal vai muito além da micragem. É uma decisão técnica que impacta diretamente a rentabilidade e a eficiência do seu setor logístico.

Para muitos gestores de compras, o filme stretch é visto apenas como um "commodity". No entanto, o uso do material incorreto ou de baixa qualidade é o principal responsável por custos ocultos, como avarias no transporte e desperdício de material.

Por isso, aqui vão seis detalhes e critérios técnicos essenciais para você otimizar sua unitização de carga.

1. O impacto da geometria da carga na escolha da micragem

Nem toda carga é igual, e a "receita pronta" de micragem pode ser um erro caro.

  • Cargas Uniformes: Caixas de tamanho padrão permitem filmes de micragem menor com alto estiramento.
  • Cargas Irregulares (com arestas): Peças com pontas ou perfis cortantes exigem filmes com alta resistência à perfuração. Escolher a micragem baseada na geometria da carga evita que o filme rompa nas quinas, o que geralmente obriga o operador a dar mais voltas do que o necessário, gerando desperdício.

2. Estabilidade de carga vs. Quantidade de plástico utilizado

Mais plástico não significa mais segurança. O segredo da estabilidade não está na quantidade de camadas, mas na força de retenção. Um filme de alta performance permite que você utilize menos gramas de plástico por palete, mantendo a carga imóvel. Isso reduz o volume de resíduos gerados e, consequentemente, o custo ambiental e financeiro da operação.

3. Diferença técnica: Aplicação Manual vs. Automática

A performance do filme stretch muda drasticamente conforme o método de aplicação:

  • Aplicação Manual: Exige filmes com características de "pré-estiramento" manual e foco na ergonomia do operador, para que a força de aplicação seja constante sem causar fadiga.
  • Aplicação Automática: Máquinas envolvedoras permitem o uso de filmes de alta tecnologia que suportam pré-estiramento de até 300% ou mais. Aqui, a precisão técnica do filme garante que cada metro de bobina renda o máximo possível.

4. O cálculo real: Custo por palete (não por quilo)

Este é o ponto onde os compradores mais economizam: pare de comparar o preço do quilo da bobina. O indicador correto de eficiência é o Custo por Palete Unitizado.

  • Exemplo: Uma bobina mais barata (por quilo) pode exigir 600g de plástico para estabilizar um palete. Uma bobina de alta performance pode estabilizar o mesmo palete com apenas 300g. No final, a bobina certa reduz seu custo operacional pela metade.

5. A importância da memória elástica para a segurança logística

A memória elástica é a capacidade do filme de tentar voltar ao seu estado original após ser esticado. É essa força contrativa que mantém a carga compacta. Durante o transporte, a carga sofre vibrações e solavancos. Um filme sem memória elástica afrouxa, permitindo que as caixas se desloquem. O filme da Embalatec é projetado para manter a tensão constante, eliminando o risco de tombamentos.

6. Redução de avarias e quebras: O lucro invisível

As avarias no transporte resultam em devoluções, reprocessos e insatisfação do cliente. Ao escolher o stretch ideal, você investe em um "seguro" para o seu produto. Reduzir 1% das quebras no transporte através de uma unitização técnica pode representar milhares de reais em lucro líquido no fim do mês.

Conclusão: Escolha técnica, resultado financeiro

A escolha do filme stretch é uma decisão estratégica de engenharia logística. Ao focar em performance, memória elástica e custo por palete, sua empresa deixa de comprar apenas "plástico" e passa a comprar segurança e eficiência.

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